trekking e ainda, acampamento na mata. Para visitar a Cachoeira
da Fita Branca ou o rio do Peixe onde as antas bebem água,
somente com guia especializado, agendado previamente.
O clima do município oferece uma atração
a mais. Durante o verão, os dias são bastante
quentes e as noites, amenas. Já no inverno, o frio é
rigoroso e tem em seu registro, temperaturas mínimas
de 3 graus negativos (2000), registrados pela “Serra Verde
Rádio Emissão”, instalada em Tapiraí.
Curioso também é o seu fog londrino, a neblina
densa que envolve a cidade durante várias vezes ao dia,
do outono ao inverno, recobrindo as paisagens locais. Como guias,
os Monitores Ambientais podem ser contratados para alguns roteiros
já definidos em Tapiraí, através da Associação
dos Monitores Ambientais de Tapiraí (AMATA).
A comunidade Ribeirão da Anta proporciona uma "volta
ao passado", quando se depara com a produção
de farinha, com o milho moído no monjolo com mais de
50 anos e cuidadosamente mantido pela família. É
lá também que se produz artesanato em taboa e
madeira, como estiras e balaios e o tradicional pilão,
ou se preferir, as trilhas também conduz o visitante
à cachoeirinha, cercada de mata conservada. Depois das
inúmeras descobertas em Tapiraí, há opções
para todos os gostos nas Pousadas que acolhem o visitante. Para
os que apreciam instalações rústicas, convive
com animais e belas paisagens, o “Salve Floresta”
será boa opção, poderá conhecer
as Cachoeiras do Tombo e a do Tatu, trilhas bem conservadas,
travessia do rio, trilha de casas de taipa e vista do Morro
Pelado, um mirante deslumbrante em dias claros.
E a famosa fonte d'água conhecida como “Cabeça
da Anta” (margem da SP 79), uma cabeça de anta
em bronze.
Foi à valorização da espécie que
deu o nome de Tapiraí à cidade, que em tupi-guarani
significa "terra da anta”. Ela foi inaugurada em
1936 e traz a mensagem: "Quem beber desta água um
dia voltará"
O cartão-postal da cidade é a
Cachoeira do Chá, quando se depara com uma trilha em
meio à Mata Atlântica, que leva o visitante à
piscina natural e à queda principal, com mais de 30 metros.
Ao longo de toda a trilha o Rio Corujas se mostra caudaloso,
com curvas e belas quedas d’água, onde os adeptos
do boiacross se divertem nos dias quentes. Existem ainda as
águas da Cachoeira do Alecrim, as do Belchior, do Tombo,
as do Tatú e também as do Limoeiro, sem contar
as outras, que requerem maior disponibilidade graças
às maiores distâncias e níveis de dificuldade.
Para os que buscam aventuras, além o aqua-raid outro
nome para o boiacross, pode-se também praticar cannyoning
no Belchior, rapel na Fazenda e
Os hotéis do Tutú e o Avenida, hospedam os viajantes
no centro da cidade, na avenida central. O Hotel do Tutú,
que também é restaurante, é conhecido
pela popular bisteca, que é grande e muito saborosa.